Versão para impressão Diminuir tamanho das letras Voltar Página inicial Aumentar tamanho das letras


Edições Anteriores

N. 17 2018 - Panorama Fiscal
Resumo
Os anos de 2014 a 2017 ficaram marcados como a pior recessão econômica da história do Brasil, iniciada no exercício financeiro de 2014, atingindo o seu ápice em 2016, continuando em 2017 com a promulgação, pelo Governo Federal, da Emenda Constitucional 95 de dezembro de 2016 que reduz os gastos públicos para os orçamentos Fiscal e da Seguridade Social, incluindo investimentos, por vinte anos, denominada emenda do ajuste fiscal que dá privilégio ao capital financeiro especulativo, incluindo o serviço da dívida pública, em detrimento de aplicação de recursos em investimentos para o crescimento econômico. Com isso a situação
fiscal do Governo Federal, bem como de muitas unidades federativas, continua delicadae, em alguns casos, chegando à situação de insolvência. Dessa forma, é necessário que as contas públicas sejam geridas de modo a garantir condições para o crescimento sustentado da economia, sob pena da gestão fiscal ser um entrave para o bem-estar social. Diante deste cenário, este artigo discute o resultado para o terceiro bimestre de 2018 dos principais indicadores da gestão fiscal do Estado do Ceará, considerando também a sua trajetória temporal. Por meio de pesquisa de natureza predominantemente quantitativa, com base nos relatórios
fiscais publicados pela Secretária da Fazenda, os dados são analisados de formadescritiva e comparada. Verificou-se que a receita corrente líquida do Ceará teve queda real de 7,9% quando comparada com o mesmo período de 2017, enquanto que as despesas correntes se elevaram 3,11%, também em termos reais. Em face dos resultados apresentados, bem como do contexto político e econômico que se apresenta, é de salutar relevância que a gestão fiscal dos entes públicos seja tratada como tema de primeira grandeza, buscando sempre a administração eficiente dos recursos e meios para superar os desafios, e manter o equilíbrio
fiscal. No caso do Estado do Ceará, deve ser levado em consideração o crescimento da receita própria, e otimizar gastos mas sempre analisando o seu custo-benefício. Isso é fundamental para a ocorrência de ganhos no bem-estar social dos cearenses. 
N. 16 2018 - Panorama Fiscal

Análise das finanças públicas do Estado do Ceará no primeiro quadrimestre de 2018

Francisco Lúcio Mendes Maia¹ Gabriel Rodrigues Barroso² Gerson da Silva Ribeiro³ Guilherme Reis Tavares

Resumo

Os anos de 2014 a 2017 ficaram marcados como a pior recessão econômica da história do Brasil, iniciada no exercício financeiro de 2014, atingindo o seu ápice em 2016, continuando em 2017 com a promulgação, pelo Governo Federal, da Emenda Constitucional 95 de dezembro de 2016 que reduz os gastos públicos para os orçamentos Fiscal e da Seguridade Social, incluindo investimentos, por vinte anos, denominada emenda do ajuste fiscal que dá privilégio ao capital financeiro especulativo, incluindo o serviço da dívida pública, em detrimento de aplicação de recursos em investimentos para o crescimento econômico. Com isso a situação fiscal do Governo Federal, bem como de muitas unidades federativas, continua delicada e, em alguns casos, chegando à situação de insolvência. Dessa forma, é necessário que as contas públicas sejam geridas de modo a garantir condições para o crescimento sustentado da economia, sob pena da gestão fiscal ser um entrave para o bem-estar social. Diante deste cenário, este artigo discute o resultado para o primeiro quadrimestre de 2018 dos principais indicadores da gestão fiscal do Estado do Ceará, considerando também a sua trajetória temporal. Por meio de pesquisa de natureza predominantemente quantitativa, com base nos relatórios fiscais publicados pela Secretária da Fazenda, os dados são analisados de forma descritiva e comparada. Verificou-se que a receita corrente líquida do Ceará teve crescimento real de 3,41% quando comparadas com o mesmo período de 2017, enquanto que as despesas correntes se elevaram 5,41%, também em termos reais. Em face dos resultados apresentados, bem como do contexto político e econômico que se apresenta, é de salutar relevância que a gestão fiscal dos entes públicos seja tratada como tema de primeira grandeza, buscando sempre a administração eficiente dos recursos e meios para superar os desafios, e manter o equilíbrio fiscal. No caso do Estado do Ceará, deve ser levado em consideração o crescimento da receita própria, e otimizar gastos mas sempre analisando o seu custo-benefício. Isso é fundamental para a ocorrência de ganhos no bem-estar social dos cearenses.

N. 15 2018 - Panorama Fiscal
RESUMO
Os anos de 2014 a 2017 ficaram marcados como a pior recessão econômica da história do Brasil, iniciada no exercício financeiro de 2014, atingindo o seu ápice em 2016, continuando em 2017 com a promulgação, pelo Governo Federal, da Emenda Constitucional 95 de dezembro de 2016 que reduz os gastos públicos para os orçamentos Fiscal e da Seguridade Social, incluindo investimentos, por vinte anos, denominada emenda do ajuste fiscal que dá privilégio ao capital financeiro especulativo, incluindo o serviço da dívida pública, em detrimento de aplicação de recursos em investimentos para o crescimento econômico. Com isso a situação fiscal do Governo Federal, bem como de muitas unidades federativas, continua delicada e, em alguns casos, chegando à situação de insolvência. Dessa forma, é necessário que as contas públicas sejam geridas de modo a garantir condições para o crescimento sustentado da economia, sob pena da gestão fiscal ser um entrave para o bem-estar social. Diante deste cenário, este artigo discute o resultado para o primeiro bimestre de 2018 dos principais indicadores da gestão fiscal do estado do Ceará, considerando também a sua trajetória temporal. Por meio de pesquisa de natureza predominantemente quantitativa, com base nos
relatórios fiscais publicados pela Secretária da Fazenda, os dados são analisados de forma descritiva e comparada. Verificou-se que a receita corrente líquida do Ceará teve crescimento real de 1,29% quando comparadas com o mesmo período de 2017, enquanto que as despesas correntes se elevaram 4,82%, também em termos reais. Em face dos resultados apresentados, bem como do contexto político e econômico que se apresenta, é de salutar relevância que a gestão fiscal dos entes públicos seja tratada como tema de primeira grandeza, buscando sempre a administração eficiente dos recursos e meios para superar os desafios, e manter o equilíbrio fiscal. No caso do Estado do Ceará, deve ser levado em consideração o crescimento da receita própria, e otimizar gastos mas sempre analisando o seu custo-benefício. Isso é fundamental para a ocorrência de ganhos no bem-estar social dos cearenses.
N. 14 2018 - Panorama Fiscal
Análise das finanças públicas do estado do Ceará em 2017: uma análise comparativa com os demais estados da União 
 
Francisco Lúcio Mendes Maia, Gabriel Rodrigues Barroso, Gerson da Silva Ribeiro, Guilherme Reis Tavares
 
 
RESUMO 
Os anos de 2014 a 2017 ficaram marcados como a pior recessão econômica da história do Brasil, iniciada no exercício financeiro de 2014, atingindo o seu ápice em 2016, continuando em 2017 com a promulgação, pelo Governo Federal, da Emenda Constitucional 95 de dezembro de 2016 que reduz os gastos públicos para os orçamentos Fiscal e da Seguridade Social, incluindo investimentos, por vinte anos, denominada emenda do ajuste fiscal que dá privilégio ao capital financeiro especulativo, incluindo o serviço da dívida pública, em detri¬mento de aplicação de recursos em investimentos para o crescimento econômico. Com isso a situação fiscal do Governo Federal, bem como de muitas unidades federativas, continua delicada e, em alguns casos, chegando à situação de insolvência. Dessa forma, é necessário que as contas públicas sejam geridas de modo a garantir condições para o crescimento sustentado da economia, sob pena da gestão fiscal ser um entrave para o bem-estar social. Diante deste cenário, este artigo discute o resultado final para o ano de 2017 dos principais indicadores da gestão fiscal do estado do Ceará, considerando também a sua trajetória temporal. Observa-se também, os principais resultados para todas as unidades da federação. Por meio de pesquisa de natureza predominantemente quantitativa, com base nos relatórios fiscais publicados nos portais das unidades federativas e no sítio eletrônico da Secretaria do Tesouro Nacional do Ministério da Fazenda, os dados são analisados de forma descritiva e comparada. Verificou-se que as receitas correntes do Ceará tiveram redução real de 2,3%, enquanto que as despesas correntes se elevaram 0,97%, também em termos reais. Por outro lado, o Ceará continua como o estado que mais investe como proporção da sua receita cor-rente liquida, 13,87%. Destaca-se também, que apesar do resultado primário oficial indicar superávit de R$ 1,04 bilhão, ao desconsiderarmos as deduções permitidas pela LDO, o resultado é deficitário em R$ 130,27 milhões, a Emenda Constitucional 88 de 2016, o ajuste fiscal estadual, contribuiu para este resultado deficitário. Em face dos resultados apresentados, bem como do contexto político e econômico que se apresenta, é de salutar relevância que a gestão fiscal dos entes públicos seja tratada como tema de primeira grandeza, buscando sempre a administração eficiente dos recursos e meios para superar os desafios, e manter o equilíbrio fiscal. No caso do Estado do Ceará, deve ser levado em consideração o crescimento da receita própria, e otimizar gastos mas sempre analisando o seu custo-benefício. Isso é fundamental para a ocorrência de ganhos no bem-estar social dos cearenses.
N. 13 2018 - Panorama Fiscal
Análise das finanças públicas do estado do Ceará no quinto bimestre de 2017
 
Francisco Lúcio Mendes Maia, Gabriel Rodrigues Barroso, Gerson da Silva Ribeiro, Nazaré Chaves Freire
 
 
RESUMO
 
A crise fiscal das unidades federativas brasileiras, iniciada no final de 2014, permane¬ce presente nesse ano de 2017, provocando inclusive a insolvência de alguns estados da Federação. Os entes federados em crise apresentam problemas estruturais, entretanto, a principal causa da crise é a redução das receitas, motivada pela retração da economia, e de benefícios fiscais, sem levar em consideração o custo-benefício. Os ajustes realizados objetivando ampliar as receitas e otimizar as despesas ainda não foram suficientes para debelar a crise. O baixo nível de endividamento e a existência de capacidade de poupança permitem ao Ceará enfrentar com razoável tranquilidade a redução das receitas, no entan¬to, a restrição orçamentária pelo lado das receitas já impacta diretamente os investimen¬tos, que permanecem elevados, mas foram significativamente reduzidos em 2015 e 2016. Diante deste cenário, este artigo discute a evolução dos principais indicadores da gestão fiscal do estado do Ceará, utilizando a auto comparação ao longo do período de 2012 a 2017. Por meio de pesquisa de natureza predominantemente quantitativa, com base nos relatórios fiscais publicados nos portais das unidades federativas e no sítio eletrônico da Secretaria do Tesouro Nacional do Ministério da Fazenda, os dados são analisados de for¬ma descritiva e comparada. Diante disto e sem menosprezar políticas que busquem uma maior eficiência no gasto público, a superação da crise fiscal exige a adoção de políticas fiscais voltadas para a elevação da receita, em especial, uma melhor gestão da administra¬ção tributária e a revisão de incentivos e benefícios fiscais ineficientes concedidos ao setor produtivo. Ressalta-se que para 2018, esperam-se melhoras na economia brasileira e que seus impactos nas economias dos entes federados sejam positivos.
 
N. 12 2017 - Panorama Fiscal

Análise das finanças públicas do estado do Ceará no segundo quadrimestre de 2017

Francisco Lúcio Mendes Maia, Gabriel Rodrigues Barroso, Gerson da Silva Ribeiro, Nazaré Chaves Freire
 
RESUMO
 
A crise fiscal das unidades federativas brasileiras, iniciada no final de 2014, permanece presente nesse ano de 2017, provocando inclusive a insolvência de alguns estados da Federação. Os entes federados em crise apresentam problemas estruturais, entretanto, a principal causa da crise é a redução das receitas, motivada pela retração da economia, e de benefícios fiscais, sem levar em consideração o custo-benefício. Os ajustes realizados objetivando ampliar as receitas e otimizar as despesas ainda não foram suficientes para debelar a crise. O baixo nível de endividamento e a existência de capacidade de poupança permitem ao Ceará enfrentar com razoável tranquilidade a redução das receitas, no entanto, a restrição orçamentária pelo lado das receitas já impacta diretamente os investimentos, que permanecem elevados, mas foram significativamente reduzidos em 2015 e 2016. Diante deste cenário, este artigo discute a evolução dos principais indicadores da gestão fiscal do estado do Ceará, utilizando a auto comparação ao longo do período de 2012 a 2017. Por meio de pesquisa de natureza predominantemente quantitativa, com base nos relatórios fiscais publicados nos portais das unidades federativas e no sítio eletrônico da Secretaria do Tesouro Nacional do Ministério da Fazenda, os dados são analisados de forma descritiva e comparada. Diante disto e sem menosprezar políticas que busquem uma maior eficiência no gasto público, a superação da crise fiscal exige a adoção de políticas fiscais voltadas para a elevação da receita, em especial, uma melhor gestão da administração tributária e a revisão de incentivos e benefícios fiscais ineficientes concedidos ao setor produtivo. Ressalta-se que para 2018, esperam-se melhoras na economia brasileira e que seus impactos nas economias dos entes federados sejam positivos.

 

N. 11 2017 - Panorama Fiscal

Análise das finanças públicas do estado do Ceará no terceiro bimestre de 2017

Francisco Lúcio Mendes Maia, Gerson da Silva Ribeiro

 

RESUMO

A crise fiscal das unidades federativas brasileiras, iniciada no final de 2014, permanece presente nesse primeiro semestre de 2017, provocando inclusive a insolvência de alguns estados da Federação. Os entes federados em crise apresentam problemas estruturais, entretanto, a principal causa da crise é a redução das receitas derivada da retração da economia, e de benefícios fiscais sem levar em consideração o custo-benefício. Os ajustes realizados, objetivando ampliar as receitas e otimizar as despesas ainda não foram suficientes para debelar a crise. O baixo nível de endividamento e a existência de capacidade de poupança permitem ao Ceará enfrentar com razoável tranquilidade a redução das receitas, no entanto, a restrição orçamentária pelo lado das receitas já impacta diretamente os investimentos, que permanecem elevados, mas foram significativamente reduzidos em 2015 e 2016. Diante deste cenário, este artigo discute a evolução dos principais indicadores da gestão fiscal do Estado do Ceará, utilizando a auto comparação ao longo do período de 2012 a 2017. Por meio de pesquisa de natureza predominantemente quantitativa, com base nos relatórios fiscais publicados nos portais das unidades federativas e no sítio eletrônico da Secretaria do Tesouro Nacional do Ministério da Fazenda, os dados são analisados de forma descritiva e comparada. Diante disto e sem menosprezar políticas que busquem uma maior eficiência no gasto público, a superação da crise fiscal exige a adoção de políticas fiscais voltadas para a elevação da receita, em especial, uma melhor gestão da administração tributária e a revisão de incentivos e benefícios fiscais ineficientes concedidos ao setor produtivo. Espera-se que na reta final do exercício financeiro de 2017 a economia brasileira volte a crescer, isso acontecendo os entes federados podem ter impactos positivos em suas economias.

N. 10 2017 - Panorama Fiscal
Análise das finanças públicas do estado do Ceará no primeiro Quadrimestre de 2017
 
Carlos Nathaniel Rocha Cavalcante, Francisco Arley da Silva Santos, Francisco Lúcio Mendes Maia, Gerson da Silva Ribeiro
 
A crise fiscal das unidades federativas brasileiras, iniciada no final de 2014, permanece presente no ano 2016, provocando inclusive a insolvência de alguns estados da Federação. Os entes federados em crise apresentam problemas estruturais, entretanto, a principal causa da crise é a redução das receitas derivada da retração da economia, e de benefícios fiscais sem levar em consideração o custo-benefício. Os ajustes realizados, objetivando ampliar as receitas e otimizar as despesas ainda não foram suficientes para debelar a crise. O baixo nível de endividamento e a existência de capacidade de poupança permitem ao Ceará enfrentar com razoável tranquilidade a redução das receitas, no entanto, a restrição orçamentária pelo lado das receitas já impacta diretamente os investimentos, que permanecem elevados, mas foram significativamente reduzidos em 2015 e 2016. Diante deste cenário, este artigo discute a evolução dos principais indicadores da gestão fiscal do Estado do Ceará, utilizando a autocomparação ao longo do período de 2012 a 2017 . Por meio de pesquisa de natureza predominantemente quantitativa, com base nos relatórios fiscais publicados nos portais das unidades federativas e no sítio eletrônico da Secretaria do Tesouro Nacional do Ministério da Fazenda, os dados são analisados de forma descritiva e comparada.. Diante disto e sem menosprezar políticas que busquem uma maior eficiência no gasto público, a superação da crise fiscal exige a adoção de políticas fiscais voltadas para a elevação da receita, em especial, uma melhor gestão da administração tributária e a revisão de incentivos e benefícios fiscais ineficientes concedidos ao setor produtivo. Ressalta-se que para 2017, espera-se melhoras na economia brasileira e seus impactos nas economias dos entes federados sejam positivos.
 
 
 
Análise do Impacto Sobre a Arrecadação do ICMS Regido por Substituição Tributária Equivalente à Carga Líquida no Estado do Ceará
 
A busca pela eficiência na prática da arrecadação tributária é um dos paradigmas que norteiam o modo de atuação das Fazendas Estaduais. O Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS), classificado como imposto de competência das unidades federativas e Distrito Federal, legalmente previsto no artigo 155 da Constituição Federal de 1988, tem sido a maior fonte de arrecadação tributária dos Estados. No Ceará, esse imposto representa mais 80% do total arrecadado aos cofres públicos. Assim, de modo a otimizar a arrecadação, o método tradicional de recolhimento foi substituído pelo regime de substituição tributária com carga liquida, instituída pela Lei Estadual 14.237/2008, na qual está prevista incidência direta de alíquotas fixas sobre o valor da operação ou prestação. Os resultados trazidos demonstram que, mantidos os demais parâmetros inclusive o volume de vendas das empresas, a Carga Líquida reduziu a tributação do ICMS dos setores econômicos analisados em R$ 1,04 bilhão, no exercício financeiro de 2016. Demonstra-se, assim, que nos mercados varejista e atacadista há baixa arrecadação no Estado do Ceará com as atuais alíquotas praticadas, representando ganhos substanciais para as empresas que atuam nos segmentos que abrangem os maiores contribuintes de ICMS no Estado.
N. 9 2017 - Panorama Fiscal
Análise das finanças públicas dos Estados do Nordeste: um estudo comparativo
 
Alexandre Sobreira Cialdini, Carlos Eduardo dos Santos Marino, Carlos Nathaniel Rocha Cavalcante, Francisco Arley da Silva Santos, Francisco Lúcio Mendes Maia e Gerson da Silva Ribeiro
 
RESUMO 
A crise fiscal das unidades federativas brasileiras, iniciada no final de 2014, permanece pre¬sente no ano 2016, provocando inclusive a insolvência de alguns estados da Federação. Os entes federados em crise apresentam problemas estruturais, entretanto, a principal causa da crise é a redução das receitas derivada da retração da economia, e de benefícios fiscais sem levar em consideração o custo-benefício. Os ajustes realizados, objetivando ampliar as receitas e otimizar as despesas ainda não foram suficientes para debelar a crise. O baixo nível de endividamento e a existência de capacidade de poupança permitem ao Ceará enfrentar com razoável tranquilidade a redução das receitas, no entanto, a restrição orçamentária pelo lado das receitas já impacta diretamente os investimentos, que permanecem elevados, mas foram significativamente reduzidos em 2015 e 2016. Diante deste cenário, este artigo discute a evolução dos principais indicadores da gestão fiscal do Estado do Ceará, no período compre¬endido entre o primeiro bimestre de 2012 e o quinto bimestre de 2016. Por meio de pesquisa de natureza predominantemente quantitativa, com base nos relatórios fiscais publicados nos portais das unidades federativas e no sítio eletrônico da Secretaria do Tesouro Nacio¬nal do Ministério da Fazenda, os dados são analisados de forma descritiva e comparada. O ensaio conclui que as despesas do Estado do Ceará têm forte correlação com respeito ao nível de preços, fazendo com que ajustes fiscais voltados para a redução de despesas atinjam principalmente os investimentos. Diferentemente de outras unidades federativas, os gastos com pessoal não apresentaram crescimento real no período estudado, tendo sido registrado inclusive decréscimo real em 2016. Diante disto e sem menosprezar políticas que busquem uma maior eficiência no gasto público, a superação da crise fiscal exige a adoção de políticas públicas voltadas para a elevação da receita, em especial, uma melhor gestão da administração tributária e a revisão de incentivos e benefícios fiscais ineficientes concedidos ao setor produtivo.
 
Demonstrações contábeis do Estado do Ceará do exercício financeiro de 2016
 
Carlos Eduardo dos Santos Marino, Carlos Nathaniel Rocha Cavalcante, Francisco Arley da Silva Santos, Francisco Lúcio Mendes Maia, Gerson da Silva Ribeiro e Saulo Moreira Braga
 
RESUMO 
O Balanço Geral do Estado (BGE) é uma prestação de contas, de competência privativa do Governador do Estado, junto à Assembleia Legislativa, conforme está previsto no art. 88, inciso XVI, da Constituição do Estado do Ceará. Nele estão contidas as demonstrações pertinentes às execuções orçamentária, financeira, patrimonial e contábil dos órgãos e entidades da Administração Direta e Indireta, elaboradas em conformidade com as disposições da Lei Federal nº 4.320, de 17 de março de 1964, da Lei Federal nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976, da Lei Complementar nº 101, de 04 de maio de 2000, da Portaria Interministerial nº 163, de 04 de maio de 2001 e da Portaria da Secretaria do Tesouro Nacional (STN) nº 406, de 20 de junho de 2011. Deve compor, ainda, ao BGE o Parecer do Controle Interno, como determina a Lei Orgânica do Tribunal de Contas do Estado do Ceará de nº 12.509, de 06.12.95. Entretanto, além dos controles previstos em lei, a prestação de contas do governo pode e deve ser acompanhada pela sociedade civil organizada, controles específicos e pelo próprio cidadão. O Balanço Geral do Estado, apesar de ser uma peça composta por dois volumes bem robustos, vem acompanhado de uma síntese que simplifica e evidencia os principais atos e fatos registrados no sistema contábil do governo estadual. Diante do exposto, o ensaio desmistifica a ideia de que só os profissionais da área financeira são capazes de entender o que está por trás de tantos demonstrativos publicados nos Diários Oficiais do Estado, estimulando, assim, o controle social e o exercício da cidadania.
 

 

N.8 2017- Panorama Fiscal
Análise das finanças públicas do Estado do Ceará no Quinto Bimestre de 2016
 
Carlos Eduardo dos Santos Marino, Francisco Lúcio Mendes Maia, Francisco Arley da Silva Santos, Germana Parente Neiva Belchior, Gerson Ribeiro e Nathaniel Rocha 
 
RESUMO
 
A crise fiscal das unidades federativas brasileiras, iniciada no final de 2014, permanece presente no ano 2016, provocando inclusive a insolvência de alguns estados da Federação. Os entes federa¬dos em crise apresentam problemas estruturais, entretanto, a principal causa da crise é a redução das receitas derivada da retração da economia, e de benefícios fiscais sem levar em consideração o custo-benefício. Os ajustes realizados, objetivando ampliar as receitas e otimizar as despesas ainda não foram suficientes para debelar a crise. O baixo nível de endividamento e a existência de capacidade de poupança permitem ao Ceará enfrentar com razoável tranquilidade a redução das receitas, no entanto, a restrição orçamentária pelo lado das receitas já impacta diretamente os investimentos, que permanecem elevados, mas foram significativamente reduzidos em 2015 e 2016. Diante deste cenário, este artigo discute a evolução dos principais indicadores da gestão fiscal do Estado do Ceará, no período compreendido entre o primeiro bimestre de 2012 e o quinto bimestre de 2016. Por meio de pesquisa de natureza predominantemente quantitativa, com base nos relatórios fiscais publicados nos portais das unidades federativas e no sítio eletrônico da Secretaria do Tesouro Nacional do Ministério da Fazenda, os dados são analisados de forma descritiva e comparada. O ensaio conclui que as despesas do Estado do Ceará têm forte correlação com respeito ao nível de preços, fazendo com que ajustes fiscais voltados para a redução de despesas atinjam principalmente os investimentos. Diferentemente de outras unidades federativas, os gastos com pessoal não apresentaram crescimento real no período estudado, tendo sido registrado inclusive decréscimo real em 2016. Diante disto e sem menosprezar políticas que busquem uma maior eficiência no gasto público, a superação da crise fiscal exige a adoção de políticas públicas voltadas para a elevação da receita, em especial, uma melhor gestão da administração tributária e a revisão de incentivos e benefícios fiscais ineficientes concedidos ao setor produtivo.
Páginas: « anterior 12 próxima »

Mostrando: de 1 a 10
Total: 17
Versão para impressão Diminuir tamanho das letras Voltar Página inicial Aumentar tamanho das letras